


(Clarice Lispector)
Créditos: Blog: Revelações

O avesso dos ponteiros
Sempre chega a hora da solidão
Sempre chega a hora de arrumar o armário
Sempre chega a hora do poeta a plêiade
Sempre chega a hora em que o camelo tem sede
O tempo passa e engraxa a gastura do sapato
Na pressa a gente não nota que a lua muda de formato
Pessoas passam por mim pra pegar o metrô
Confundo a vida ser um longa metragem
O diretor segue o seu destino de cortar as cenas
E o velho vai ficando fraco esvaziando os frascos
E já não vai ao cinema
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você
Penso quando você partiu assim sem olhar pra trás
Como um navio que vai ao longe e já nem se lembra do cais
Os carros na minha frente vão indo e nunca sei pra onde
Será que é lá que você se esconde?
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você
A idade aponta na falha dos cabelos
Outro mês aponta na folha do calendário
As senhora vão trocando o vestuário
As meninas viram a página do diário
O tempo faz tudo valer a pena
E nem o erro é desperdício
Tudo cresce e o início
Deixa de ser início
E vai chegando ao meio
Aí começo a pensar que nada tem fim
Que nada tem fim
(Ana Carolina)
Créditos: Blog: Revelações
Encostar na tua
Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada
Meu caminho é meio perdido
Mas que perder seja o melhor destino
Agora não vou mais mudar
Minha procura por si só
Já era o que eu queria achar
Quando você chamar meu nome
Eu que também não sei aonde estou
Pra mim que tudo era saudade
Agora seja lá o que for
Eu só quero saber em qual rua
Minha vida vai encostar na tua
Eu só quero saber em qual rua
Minha vida vai encostar na tua...
E saiba que forte eu sei chegar
Mesmo se eu perder o rumo
E saiba que forte eu sei chegar
Se for preciso eu sumo
Eu só quero saber em que rua
Minha vida vai encostar na tua...
(Ana Carolina)

Cecília Meireles
Tenho fases, como a lua Fases que vão e que vêm, E roda a melancolia Créditos: Blog: blá blá blá S.A
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Galera!!!!!! fico cada vez mais contente toda vez que abro meu bloguinho... as visitas estão aumentando e isso é bom!!! é sinal que a galera está gostando e isso me deixa radiante ![]()
Bom, mas na verdade, eu quero mesmo é agradecer e mandar muitos beijos a todos que deixaram seus comentários, que aliás, foram ótimos!!!!!
Então......... BRIGADÃO!!!!!!!!!!!!
ADORO VOCÊS!

Boa tarde! mais um dia de muitas curiosidades....fiquei muito feliz de ter mais um amigo,(ainda que no mundo virtual) o CHRIS, andei confiscando algumas coisas do blog dele e não dei os devidos créditos.... que feio!!!!!!mas, como sou uma garota que sei me corrigir, estou me redimindo e fazendo as devidas considerações...valeu CHRIS!!!!!! estou adorando sua passagem por aqui! visitei o seu agora pouco e agradeço pelos créditos ao meu blog
quando precisar, fique a vonts... quem quiser visitar o blog do meu mais novo amigo, o endereço é: http://zclub.zip.net
Bom, elogios a parte, hoje estou com uma preguiça que não está mais cabendo em mim; minha amiga me chamou pra sair, mas não estou com a menor vontade.Acabei de conhecer o Marco Antônio pelo messenger, ele parece ser uma pessoa legal; estou adorando o blog, pq tenho feito muitas amizades e acho isso muuuuuuito bom!
Povo....então é isso aí, eu vou acrescentando mais algumas coisas aqui e aproveitem bastante, pq hoje é sexta e sexta é dia de balada.![]()
Deixe-me contar como tudo começou. Descobri o UOL blog meio que por acaso, se bem que,acasos não existem, mas, eu estava procurando não lembro bem o quê, e caí no blog do Marcelo Tas, aliás, diga-se de passagem, um homem de uma inteligência invejável. Foi então que lendo uma matéria sobre o presidente Bush,neste mesmo blog, olhei de relance no canto superior do lado esquerdo e me deparei com uma chamada do UOL, para criação do mesmo; eu, como não sou boba nem nada, mais que depressa corri e fui verificar do que se tratava; na realidade, eu tinha uma idéia fixa de ter algo do tipo, fiz até um site tbm, mas não dou importância a ele; e, eis que surgiu a luz!!!!! assim, caiu nas minhas mãos, essa coisa maravilhosa que é postar todos os dias pra vcs, incluindo sempre coisas que interessem ou não, mas que de alguma forma,faça diferença.
Então é isso, foi assim que nasceu o Nanda's Blog, passando por três templates, até chegar ao atual; é possível que eu mude novamente, mas isso é mais pra frente.

Luíza (Tom Jobim) ![]()
Lua, espada nua, bóia no céu imensa e amarela
Tão redonda lua, como flutua
Vem navegando o azul do firmamento e no silêncio lento
Um trovador cheio de estrelas
Escuta agora a canção que eu fiz pra te esquecer, Luíza
Eu sou apenas um pobre amador, apaixonado
Um aprendiz do teu amor
Acorda amor, que eu sei que embaixo dessa neve mora um coração
Vem cá, Luíza, me dá tua mão
Que o teu desejo é sempre o meu desejo
Vem, me exorciza, dá-me tua boca
E a rosa louca vem me dar um beijo e um raio de sol nos teus cabelos
Como um brilhante que partindo a luz explode em sete cores
Revelando então os sete mil amores
Que eu guardei somente pra te dar, Luíza
Luíza, Luíza, Luíza

There must have been an angel by my side
Something heavenly led me to you
Look at the sky
It's the color of love
There must have been an angel by my side
Something heavenly came down from above
He led me to you
He led me to you
He built a bridge to your heart
All the way
How many tons of love inside
I can't say
When I was led to you
I knew you were the one for me
I swear the whole world could feel my heartbeat
When I lay eyes on you
Ay ay ay
You wrapped me up in
The color of love
You gave me the kiss of life
Kiss of Life
You gave me the kiss that's like
The kiss of life
Wasn't it clear from the start
Look the sky is full of love
Yeah the sky is full of love
He built a bridge to your heart
All the way
How many tons of love inside
I can't say
You gave me the kiss of life
Kiss of Life
You gave me the kiss that's like
The kiss of life
You gave me the kiss of life
Kiss of Life
You gave me the kiss that's like
The kiss of life
You gave me the kiss of life
Kiss of Life
You gave me the kiss that's like
The kiss of life
You wrapped me up in the color of love
Must have been an angel come down from above
Giving me love yeah
Giving me love yeah
You gave me the kiss of life
Kiss of Life
You gave me the kiss of life
The kiss of life
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem;
Você só não esquece a outra pessoa, como pensa muito mais nela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como o “bonzinho” não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: “Tu te tornas responsável pelo que cativas...”
Um dia perceberemos que somos muito importantes para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia perceberemos como aquele alguém faz falta, mas aí, já é tarde demais...
Enfim... um dia descobriremos que apesar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras.
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
Mário Quintana
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"Sujeito homem/ Eu tô com o microfone/ é tudo no meu nome" (Rappin Hood) Vou começar a escrever a coluna. Por onde? Fuço na Net, ferramentazinha amiga nas horas de desespero. A fartura de assuntos consegue confundir mais. Sempre quis escrever uma coluna. Desde a faculdade de Jornalismo. Por quê? Vontade de falar sobre o que acontece no mundo, no Brasil, no bairro, no quarteirão. Chamar tudo para o meu nome, como diz Rappin´Hood, grande nome do rap nacional. Dividir é um dos princípios básicos dessa idéia. A minha opinião, a opinião de quem vai ler, não gostar e escrever para reclamar. De quem vai achar mééédio e achar um tédio essa história. De quem vai ler e gostar - se Deus quiser. O fato é que tudo parece acontecer e/ou desmoronar na cabeça de quem vive no século da informação - ou da falta de. Fala-se de tudo. Precisa-se saber de tudo. Consome-se muito. Seleciona-se pouco. Faz-se menos ainda com isso. Opinião para dar todo mundo tem. Eu também. Sobre a ajuda que a Nasa pediu para achar os restos da Columbia ou os milhões nas ruas do mundo contra a guerra. Sobre o fato do Risco Brasil encarecer a taxa de energia ou os grampos telefônicos na Bahia . Sobre Cidade De Deus não ter sido indicado ao Oscar e o Caetano sim. Sobre fitas raras dos Beatles encontradas na Austrália ou declarações polêmicas que Michael Jackson na sua última entrevista (que vai passar logo no Brasil, não dá para perder o último show do grande freak!). Sobre o Skol Beats e o Abril pro Rock. Sobre quem deve ir para o próximo paredão e o penteado que determinado ator fez para viver um personagem na novela. Sobre a demora das mulheres para se arrumar e as piadas ruins que fazem um homem gargalhar. Então fica combinado. Esse é um espaço marcado para falar do reforço de segurança que Angra I e II devem receber do governo (pensar em desligar que seria bom...), sobre os prêmios do Festival de Berlim, as músicas que tocam no seu celular, e a primeira máquina de corte de disco de acetato que o Brasil vai ganhar (com isso pode-se até, um dia, retomar a produção de discos de vinil). Se der tempo e linha, sobra um pouco para tentar descobrir se o seu amor é um cafajeste ou se a sua namorada é psicótica. |
Créditos: Coluna da Renata Simões/ site: Luciano Huck
Os cinco projetos finalistas deste concurso propõem novas formas de ocupação residencial de uma área na Barra Funda, bairro central de São Paulo.
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Projeto de Igor Macedo de Araújo e Débora Vieira Mendes de Oliveira |
A casa da era digital, com suas vertentes tecnológicas e ambientais, permeia o projeto Morar na Metrópole desde seu lançamento, durante a comemoração dos 15 anos de Arquitetura & Construção, em 2002. Com o concurso, criado no ano passado, a discussão ganhou mais um componente: a questão urbanística. Como ocupar um terreno de 9,1 mil m² da Barra Funda, região, antes marcada por fábricas e galpões, que está mudando de perfil? O resultado do desafio, apresentado a estudantes de arquitetura e a jovens arquitetos, foi o nosso presente para os 450 anos de São Paulo, festejados em janeiro. Os cinco finalistas fizeram parte de uma exposição. Na segunda etapa do concurso, os autores destes projetos detalharão suas idéias, orientados por arquitetos que já participaram do Morar na Metrópole. O vencedor será conhecido em setembro de 2004, no aniversário da revista.
"Il est beaucoup plus facile pour un philosophe d'expliquer
un nouveau concept à un autre philosophe qu'à un enfant.
Pourquoi? Parce que l'enfant pose les vraies questions."
(Jean Paul Sartre - Le monde/Octobre 1971)

Tradução:"É muito mais fácil para um filósofo explicar
um novo conceito a outro filósofo do que a uma criança.
Por quê? Porque a criança faz os verdadeiros questionamentos."
Tragédia de Paixão
Estilo telúrico (à maneira de Raquel de Queiroz) – Millôr 1949
O caso triste deu-se por estas bandas - ela magrinha e jeitosa ia passando pelo caminho do Quixadá levando no braço a cesta de baba-de-moça e de pudim de coco que a mãe fizera para a vó quando o tipo forte, grosso, simpático, saltou dos matos e interrompeu-a: "Onde é que tu vai com esse chapeuzinho tão vermelhinho na cabeça?" Ela ficou de medo rija, mas ao mesmo tempo achava o moço simpático, disse que ia ali mesmo levar uns negócios pra vó, ele perguntou aonde, disse se não podia acompanhá-la. Ela se fez de rogada, abanou que não.
Mas o tipo era sabido, conhecia a redondeza, atravessou a ribeira, pulou o cercado, arrodeou o açude, afastou os porcos na engorda por trás da casa do Chico Vira-Mão e foi desembestar suarento e resfolegante na casa da avó da Cabecinha Encarnada. Só teve mesmo tempo de matar a velha, enterrar embaixo da banheira e se deitar na cama que já as batidas fracas na porta diziam que a mocinha estava ali. Diz que ela entrou, botou os doces em cima do baú e foi dar uma palavra com a vó que há muito não via. Estranhou e perguntou: "Vovó, por que a senhora está com orelhas tão grandes?" A vó respondeu que estava ficando velha, que orelha de gente velha vai mesmo crescendo, depois explicou a ela que seu nariz estava assim porque ela tinha pegado um golpe de ar e, na hora em que a mocinha perguntou por que aqueles dentões tão enormes, o tipão já não deixou nem ela ter tempo de falar mais nada, tapou-lhe a boca, puxou uma peixeira e tome facada.
Foi preso, está esperando condenação. Aos jornalistas diz que não se arrepende, que tinha amor, depois teve o amor transformado em ódio e que prefere ver ela morta que com cara de nojo pra ele. Diz que prisão por prisão prefere mesmo essa, que homem foi feito pra sofrer duro mas não para penar de mulher viva.

Como diria Millôr, opinião pública é a opinião que se publica
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por Millôr Fernandes Rua tal, praça por aí assim, número sem, apartamento de cima, não sei onde. A luta jurídica para desapropriação das casas do Catumbi levou anos, mas luta jurídica não se vê nas ruas, não tapa o sol, não expulsa o cidadão de sua cidadania. Enquanto está nos foros. Mas quando a luta jurídica terminou - o Estado sempre ganha, o cidadão sempre perde, a justiça é cega mas tem muito tato - os moços botaram logo seus tratores na rua - a tecnologia de hoje compensa com sua rapidez todas as demoras burocráticas - e em meia hora destruíram o verdadeiro coração da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, transformando o Catumbi em mais um viaduto, como transformaram a maravilhosa Paulo de Frontin em mais um viaduto, mais um cemitério, mais |
uma faixa de asfalto, mais um nada clorótico, mais uma passagem, o nome já diz, lugar para onde ninguém vai, de onde ninguém é, onde ninguém jamais estará - passa. Há quanto tempo começou isso, meu Deus? Há mais de trinta guerras, todas sangrentas, as últimas mais divertidas porque já nos acostumamos e tem o ''Jornal das oito''. Que nome tinha eu, então? Acho que nasci um João qualquer, numa tarde de agosto ou num dia de maio, que me importa agora? Já me esqueci mesmo. Os cheiros já mudaram - todos - de lugar e o Largo do Machado eu já nem sei mais onde foi, com o cinema São Luís também jogado nos espaços infinitos das deslembranças, a terra em volta calcinada e salgada para não se parecer com nada do que era antes, e ''para que ali nada mais cresça''. Eu conheço bem mais a escada que sobe da praça d'Espanha e vai dar lá em cima, em Trinitá dei Monti, em Roma. Aqui, o tráfego foi todo remanejado, se é assim que se diz, e a todo momento se vai para onde não se quer, evitando-se as cidades pequenas e os seres humanos até lhes esquecer a forma e o contacto. E sempre nos respondem, com arrogância: ''Para que Sete Quedas, céus, seis não lhes bastam?'' E eu me pergunto, atônito: ''Onde vive, onde mora essa canalha?''. Certo não é aqui, ou não teria tal ânsia destrutiva. Há um espelho em que eu não me reconheço. E depois não querem violência. Como, se o cidadão brasileiro - aqui representado pelo carioca, perdeu a identidade até do botequim da esquina? Não é mesmo, Jaguar? |
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Cenas Cariocas |
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por Millôr Fernandes Como já é comum em frente à nossa porta - e também em frente e atrás da porta de todos os mortais vivos desta cidade - ontem de manhã havia por aqui uma senhora de aspecto ainda muito aproveitável, aproveitamento esse não sendo mais possível pelo fato dela se encontrar em decúbito dorsal de costas e profundamente falecida. Essa pessoa cadavérica, à primeira vista, não dava maior demonstração de ter chegado a esse definitivo estado através de meios próprios e pessoais, como a suicidagem, ou de que havia esticado na via pública auxiliada por terceiros, donde o desencarnamento seria crime e o crime seria doloso, além de doloroso, possivelmente com excessos de criminalidade. Poder-se-ia também hipotecar a hipótese da senhora aqui em imortal repouso ter sido acidentalizada por automóveis, vasos ornamentais caídos de janelas, balas perdidas e subitamente encontradas lá nela, |
ou humilhante escorregada em cocô de cachorro, tão abundante nesta maravilhosa metrópole. |
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por Millôr Fernandes O triunfo do nada, a vitória da suposição absoluta. Baseado em quê, ninguém percebe. Apoiado onde, nunca ninguém vai saber. Vê-se-o sem que exista, admite-se-o onde não está, é sem ser e só adquire aparência de existir na retórica que o circunda. E bota retórica nisso! Discute-se-o, analisa-se sua forma, cor e conteúdo, seu efeito e estilo. Estética da antimatéria, buraco negro (êpa!) da convenção moral, tamanho sem aferição possível, esotérico no intuito, holográfico no uso, é um máximo de razão num supremo de abstração. Seu intuito é simbólico, sua utilidade diáfana, sua necessidade, porém, absoluta. |
Sem ele seria o caos (ei,ei,ei!) definitivo. Pois é a derradeira medida antes da não medida. Padrão moral, portanto, irrecusável. A metade do ano passado, quando já era menos da metade de si próprio, o mínimo que se supunha possível de uma coisa ou de outra qualquer coisa. Mas, sem essa ausência concretizada, sem essa negação tão visível com que se vestem as raparigas em flor neste último verão em Salvaterra, a praia de Ipanema não seria o que é, já que nunca pode ser como já foi. Estou falando, se vê, dos biquínis deste novo verão que desponta ali, por trás de ali em cima. E o Rio de Janeiro continua lindo. |
Amor de Verdade!
Se Me Ama de Verdade
Não deixe para Mostrar este Amor depois
Pois o Depois, poderá ser tarde "Demais ".
Se Me Ama de Verdade,
Não me digas, "me preocupo com você" ...
Mas sim, esteja ao meu lado sempre,
pois juntos, dividiremos e superaremos as adversidades do dia-a-dia.
Se Me Ama de Verdade,
Não espere eu te chamar para um passeio ...
Pegue-me pelas mãos e me faça uma surpresa
Me leve para qualquer lugar,
pois por mais simples que seja o mais importante,
Será ao seu lado, sempre estar.
Se Me Ama de Verdade,
Se me sentires triste, não me digas "não fique assim" ...
Brinque, conte-me uma piada e
Tente arrancar aquele sorriso dos meus lábios,
Me fazendo esquecer, pelo menos, naquele momento,
O que estiver doendo em minha alma.
Se Me Ama de Verdade,
Não me digas
Vou tentar te ajudar no que for possível ...
Me mostre que está tentando o impossível
Pois para quem ama, o impossível é pouco,
Mas vale sempre a intenção, e jamais esquecerei que um dia,
Você pelo menos tentou.
Se Me Ama de Verdade
Não me digas, "quero te beijar" ...
Corra para os meus braços e me beije loucamente,
como somente você sabe fazer....
Como se fosse sempre a primeira vez
Em que com ele você me enlouqueceu e enlouquece
Se Me Ama de Verdade
Não me pergunte, "quer fazer amor comigo?" ...
Me arraste para e contra você, viremos um só.
Me encante com todos os seus encantos,
Me ame arrebatadouramente,
E me eleve aos céus, e depois repousaremos nas nuvens.
Se Me Ama de Verdade
Não me digas que um presente não pode me comprar,
Seja lá por que circunstância for ...
Mostre simplesmente que se lembrou, que aquela data,
Era muito importante para mim.
Pois já estar ao seu lado, é o maior presente
Que recebo de você, diariamente.
Agora, Se Me Ama de Verdade
Não me digas simplesmente "Eu Te Amo" ...
Jamais me mostre este amor apenas com palavras.
Pois as palavras, o vento as levam.
Mostre-me este amor
Com toda a sua capacidade de amar,
Com seus gestos, seus carinhos, e principalmente
Com as suas atitudes mais inesperadas
Que me surpreendem e até roubam-me algumas lágrimas
Lágrimas estas de felicidade, pois sentirei sempre em Você
Que Você Me Ama "De Verdade"
Quanto a Mim, me dê a chance de lhe mostrar
O tamanho do Meu Amor por Você,
Mas não lhe mostrarei por Simples Palavras
Me entregarei a você de Corpo e Alma
Porque Eu, Te Amo de Verdade.
Amores mal-resolvidos
Arnaldo Jabor
Olhe para um lugar onde tenha muita gente: uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade. Metade deste povaréu sofre de dor de cotovelo. Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos tem um amor mal resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação. Por que isso acontece? Tenho uma teoria, ainda que eu seja tudo, menos teórico no assunto. Acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo. Os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim. Você sabe, o amor acaba. É mentira dizer que não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais. Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças, amizade, parceria, parentesco e essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim. Dor de cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote. O amor tem que ser vivenciado. Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. Tem que ser vivido em sua totalidade. É preciso passar por todas etapas: atração-paixão-amor-convivência-amizade-tédio-e fim. Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores. Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez. Gaste seu amor.
Usufrua-o até o fim.
Enfrente os bons e maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize. Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. E se sair, corra atrás desse amor e retome a sua história vivendo seu grande amor.Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo. Isso é que libera a gente para ser feliz novamente. Viva até o fim...
E quem não teve um amor mal resolvido que atire a primeira pedra!
Mas não esqueça: o importante é resolvê-lo!
Pois é, tá ficando cada vez mais difícil, colocar alguma coisa que interesse a esse público blogueiro, uma vez que, não quero mais ficar enchendo meu bloguinho de bonequinhas..... uma ou duas de vez enquando, tudo bem!![]()
Pois bem, leitores, estava eu, passeando pelos blogs do momento e percebi que o que anda na moda agora,é contar a vida nos mesmos; bom, isso é um diário eletrônico, mas...como não tenho o que falar de mim,vou colocando outras coisas que julgo ser de alguma utilidade e até pq existem coisas mais interessantes... não que eu não seja, mas, vocês entendem né?bom, estive estes dias, visitando alguns blogs e existem realmente coisas muito chamativas neles;recomendo por exemplo, visitarem o Blog do Dionísio; há coisas bem legais que ele escreve; tem gente que já nasce com o dom, eu não nasci, mas há muitos que deveriam abandonar quaisquer outras profissões e se dedicar somente a isso; bom, sem fugir muito do assunto, mas ainda falando do Dionísio, ele tbm parece ser uma pessoa muito interessante! mas aí vcs me perguntam: pô! no seu blog e vc fazendo propaganda do cara! calma! faço propaganda de coisas e pessoas boas, e é o caso dele.
Outro blog bem interessante é o do Marcelo Rangel, DIÁRIO DE UM LOCUTOR DE RÁDIO, sem falar que ele é uma gracinha e é muito gente boa também, tem muitas coisas neste blog que se relacionam diretamente com o que ele faz... opa! eu disse muitas coisas? não tudo!!!!! e acho super legal, pq é atualizado diariamente.![]()
Mais um blog legal, o BANHEIRO DE MENINA, aliás, recebi comentários ótimos da dona deste blog, Beijão!![]()
E assim vai, cada dia é um novo dia e eu continuo visitando outros blogs e deixando minha opinião; mas espero e vou, de coração melhorar ainda mais este blog, pq é minha realização e quem sabe, eu ainda concorra a algum prêmio ![]()
Rubem Alves: A arte de saber ler
RUBEM ALVES
colunista da Folha de S.Paulo
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Nada como a simplicidade!!! ![]()
- Luis Fernando Veríssimo
Quando tinha 14 anos, esperava ter uma namorada algum dia.
Quando tinha 16 anos tive uma namorada, mas não tinha paixão.
Então percebi que precisava de uma mulher apaixonada, com vontade de viver.
Na faculdade sai com uma mulher apaixonada, mas era emocional demais.
Tudo era terrível, era a rainha dos problemas, chorava
o tempo todo e ameaçava se suicidar.
Então percebi que precisava de uma mulher estável.
Quando tinha 25 encontrei uma mulher bem estável, mas chata.
Era totalmente previsível e nunca nada a excitava. A vida tornou-se tão
monótona que decidi que precisava de uma mulher mais excitante.
Aos 28 encontrei uma mulher excitante, mas não consegui acompanhá-la de
um lado para o outro sem se deter em lugar nenhum.
Fazia coisas impetuosas e paquerava com qualquer um que me fez sentir tão
miserável como feliz. O começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro.
Então decidi buscar uma mulher com alguma ambição.
Quando cheguei nos 31, encontrei uma mulher inteligente, ambiciosa e com
os pés no chão.
Decidi me casar com ela. Era tão ambiciosa que pediu o
divórcio e ficou com tudo que eu tinha.
Hoje, com 40 anos, gosto de mulheres com bunda
grande...
E só.
O PEQUENO PRÍNCIPE
1- Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo. Nunca cheirou uma flor. Nunca olhou uma estrela. Nunca amou ninguém, Nunca fez outra coisa senão SOMAR... O dia todo faz contas... E o dia todo repete, como tu:
EU SOU UM HOMEM SÉRIO ! EU SOU UM HOMEM SÉRIO !, e isto o faz inchar-se de orgulho. MAS ELE NÃO É UM HOMEM... É UM COGUMELO...
2- Tu Julgarás a ti MESMO. É o mais díficil. E bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros... Se consegues julgar-te bem, eis que despontou na terra um gênio, um verdadeiro sábio !!!
3- As estrelas são todas iluminadas... Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua ?
4- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa... Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma... Compram tudo prontinho nas lojas, mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se queres um amigo, cativa-me !!!
TU TE TORNAS ETERNAMENTE RESPONSÁVEL POR TUDO AQUILO QUE CATIVAS !!!
5- O QUE TORNA BELO UM DESERTO É QUE ELE ESCONDE UM POÇO - EM ALGUM LUGAR !!!
6- Os homens se confundem loucamente nas suas ânsias, e, no entanto, não sabem o que procuram... Eles se movimentam bastante, estão sempre fazendo contas, mas, no fundo, estão sempre fazendo círculos à toa...
7- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram... E no entanto, o que eles buscam PODERIA SER ACHADO NUMA SÓ ROSA, OU NUMA GOTA D'ÁGUA...
OS OLHOS SÃO CEGOS...
É PRECISO SABER BUSCAR COM O CORAÇÃO...
8- FOI O TEMPO QUE PERDESTE COM A TUA ROSA QUE FEZ TUA ROSA TÃO IMPORTANTE !!!
-----Antoine de Saint-Exupéry-----

Ei! Sorria
Mas não se esconda atrás desse sorriso...
Mostre aquilo que você é, sem medo.
Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.
Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.
Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.
Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!
Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la,
mesmo que se sinta incapaz.
Procure o que há de bom em tudo e em todos.
Não faça dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação.
Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.
Entenda!
Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.
Ei! Olhe...
Olhe a sua volta, quantos amigos...
Você já tornou alguém feliz hoje?
Ou fez alguém sofrer com seu egoísmo?
Ei! Não corra.
Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.
Sonhe!
Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.
Acredite! Espere!
Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.
Chore! Lute!
Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.
Ei! Ouça...
Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.
Suba...
Faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo.
Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.
Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.
Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.
Ei! Você... não vá embora.
Eu preciso dizer-lhe que... te adoro,
simplesmente porque você existe.
(Charles Chaplin)
Gilson Schwartz: A invasão dos medíocres
GILSON SCHWARTZ
colunista da Folha de S.Paulo
O cinema é a ilusão de movimento pela arte da montagem. Como desmontar ou desconstruir essas iluminações do tempo? Alguma reengenharia da mentira faz o que há de mais interessante em "As Invasões Bárbaras" ("I.B."). O título já é provocador: bárbaro é, por definição, um invasor (oposto de civilizado). "I.B." é portanto uma redundância, uma dupla negação, reincidência do que é estranho. E, como ensinava Hegel, dupla negação não é afirmação, mas superação, é ir além (e para o além).
A filosofia sempre separou o "ser" do "não ser". Alertar para uma "invasão" significa detectar a presença de um outro no meu espaço ou de um outro tempo na minha história. Penso, logo existo. O outro é o que não sou. O logos do ego é a negação do outro que me ameaça como um invasor. Mas como negar o que não é, ou seja, repudiar o outro, sem reconhecer que esse nada faz parte do meu esforço para me definir? No lugar do "penso, logo existo", surge o "nego o outro, logo persisto".
Que "outro" de mim mesmo é esse com que me deparo para sobreviver? O outro de minha vida, de todas e de cada uma das vidas, é o nada da morte. Em "I.B.", esse outro das nossas vidas surge inicialmente sob duas formas exemplares: o câncer e o ataque terrorista às torres de Nova York.
Mas, no câncer, o anulamento da vida vem de dentro da própria célula, como um inimigo interior. Há muitas "invasões bárbaras", que desfilam pelo filme provocando contradições.
Muita gente já se deixou levar por algum tipo de revelação mística, numa síntese entre o ser e o nada, num espírito ou no "fim da história". Mais comum ainda são as perversões, sínteses tortas adequadas à nossa época de embustes financeiros. "I.B." é didático ao colocar em primeiro plano essa ilusão de que o dinheiro vai resolvendo tudo, revelando e dissolvendo todas as contradições (pai-filho, amor-sexo, capital-trabalho, Ocidente-Oriente, vício-virtude, droga-sobriedade, arte-entulho, Europa-América, vida-morte). É o fetiche da moeda, ao mesmo tempo em ritmo de comédia, para quem tiver estômago (o hospital canadense do filme parece uma piada em cima do seriado norte-americano "E.R.", sitcom de Micheal Crichton).
A mediocridade intelectual típica das classes médias embevecidas por existencialismos, marxismos, liberalismos e outros "ismos", mas também dos "burrocratas" incapazes de criar e sonhar, sobrevive neste mundo à custa dessa construção de um "terror" que estaria prestes a nos invadir e destruir, criando o medo permanente de ser feliz.
"I.B." nos alerta para o fato de que não há invasão alguma, apenas a perversão de medíocres que na aparência se aquietam numa ilusão de acomodados que buscam "bons sentimentos". Na prática, não há nem terror nem revolução. Somente a inteligência dessas perversões pode abrir caminho para alguma evolução. E à questão estratégica: pode existir invasão inteligente?
Gilson Schwartz, 43, é diretor acadêmico do projeto Cidade do Conhecimento da USP.
E-mail: schwartz@usp.br
Caminho das Pedras: Em busca da vanguarda
FABIO CYPRIANO
da Folha de S.Paulo
Há quase um século, em 1907, o jovem pintor espanhol Pablo Ruiz y Picasso, então com 26 anos, apresentava a seus amigos, em Paris, sua pintura mais recente, intitulada "Les Demoiselles d'Avignon". Segundo seu marchand na época, Daniel Henry Kahnweiler, a todos eles a obra parecia "uma coisa louca ou monstruosa".
| Reprodução |
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| O pintor espanhol Pablo Picasso |
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Gilberto Dimenstein: As lições de Cristovam Buarque
GILBERTO DIMENSTEIN
colunista da Folha de S.Paulo
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Paraísos na Terra Manukan é umas das cinco ilhas do parque marinho Tunku Abdul Rahman, na costa norte de Bornéu, uma ilha no Sudeste Asiático dividida entre Malásia, Brunei e Indonésia. Apenas 1 500 metros separam uma ponta da outra da ilhota em forma de bumerangue ou de um golfinho saltando, como preferem os promotores do turismo local. Essa porçãozinha de terra paradisíaca é coberta de floresta tropical nativa e rodeada de recifes de coral e de animais que vivem ao redor deles, como peixes multicoloridos, arraias-jamanta, polvos, tartarugas, anêmonas, cavalos-marinhos e até tubarões-baleia. A diversidade marinha é assim tão grande porque Manukan é banhada pelo Mar da China, de um azul-turquesa irresistível, na junção dos oceanos Pacífico e Índico, o que permite o encontro de espécies de ambos os ecossistemas. Não é preciso mergulhar com tubo de oxigênio para admirar as belezas marítimas. Elas se exibem já nos primeiros metros depois que se pisa no mar sereno e agradável a temperatura fica entre 25 e 30 graus o ano todo. A falta de ondas e a boa visibilidade a média é de 13 metros transformam a água em palco perfeito para exploração subaquática amadora. Pelo aluguel diário de snorkel e pés-de-pato, são cobrados 3 dólares.
Não é somente dentro dágua que a diversidade de tipos se faz presente em Manukan. Na areia, os contrastes entre costumes de diferentes regiões do planeta são sensíveis. Turistas européias, trajando seus biquínis de diversos tamanhos, dividem espaço com chinesas e japonesas, mais discretas, que preferem usar camisetões para nadar. Mais recatadas ainda, muçulmanas se cobrem na sombra. Usam seu traje típico saia comprida e, por cima, vestido até os joelhos , cobrem a cabeça e fogem do céu aberto. No Sudeste Asiático, o tom da pele é muito importante. Todos querem ter pele clara e, para isso, se cobrem de enormes quantidades de creme clareador e protetor solar. Assim, ao figurino, se adiciona a sombrinha. A alguns metros da areia, estão o restaurante que serve, nas mesas ou nos chalés, pratos típicos asiáticos e europeus e os próprios chalés, do Manukan Island Resort, o único da ilha. Cada casinha, feita de madeira, tem dois quartos, com varanda, sala, ar-condicionado e televisão (e precisa?). Ao fundo de cada uma delas fica o acesso a uma trilha calçada que conduz o visitante pela floresta até um mirante para admirar o pôr-do-sol sem se preocupar se vai escurecer ou não, porque a trilha é inteira iluminada. Foi assistindo a um pôr-do-sol desses que agradeci a meus novos amigos por terem me levado até lá. Eu estava em Johor Bahru, uma cidadezinha no extremo sul da Malásia continental, quando se iniciou a seqüência de acontecimentos que me levou a Manukan. Esses dois suíços entraram numa das únicas pousadas da cidade onde eu era a única hóspede. Eles haviam acabado de desembarcar de uma paisagem completamente diferente: a Suíça e seus Alpes. Ao deparar com os 43 graus malaios, buscavam, ansiosamente, uma cerveja. Fácil, não fosse a Malásia um país com regras rígidas cuja religião muçulmana proíbe o consumo de álcool e de drogas. Na Malásia, porte de drogas pode acarretar pena de morte. E o álcool, difícil de encontrar, sofre taxa de mais de 200%. Mais ambientada ao local e a seus costumes, prontifiquei-me a mostrar aos rapazes como conseguir uma cerveja gelada. A uns 3 quilômetros da pousada, em frente a um templo hindu, são montadas todos os dias (menos sexta, dia sagrado para os muçulmanos) umas 50 barraquinhas que servem pratos típicos chineses, malaios e indianos. Em não mais que três dessas barraquinhas são vendidas cervejas: Heineken, Guiness e Chiang, uma cerveja chinesa amarga e aguada. Eles não sabiam o caminho de volta e não falavam nada da língua local, o bahasa malaio, fundamental num país em que apenas os abastados falam inglês. Por isso me pediram pra ficar. Depois de boas risadas e histórias de viagens e guerras e com o mercado quase fechando, eles me convidaram: "Estamos indo pra Bornéu às 9 da manhã. Por que você não vem?" Aceitei. E tive alguns dos dias mais maravilhosos e tranqüilos de minha vida.
Manukan Island Resort: tel. (00_ _6088) 302-399, http://www.kinabalunatureresorts.com/SSL/manukan.htm Diária dos chalés à beira-mar: US$ 62. Cc: Mc, V 2
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Cenários de romance
Para viver um grande amor
Intrigante, Veneza é o destino de sonho por excelência
| Viva a lua-de-mel
CASTELOS, HOTÉIS DE LUXO, RESTAURANTES E RECANTOS CHARMOSOS, ESPECIAIS PARA UMA VIAGEM A DOIS ALENTEJO PORTUGAL Monsaraz está isolado no alto de um morro e suas casas brancas fazem pensar que a vila parou no século 12. Se um dia decidir voltar de lá, passe em Reguengos para comprar os tintos locais. BRUGES BÉLGICA Esta pequena cidade parece ter sido feita para casais: tem passeio de barco pelos canais, de carruagem pelas ruelas medievais, cafés com lareiras e restaurantes à luz de velas. PARIS FRANÇA Não pense duas vezes: no restaurante Lapérouse (tel. 00_ _331/4326-6804), de 1766, você soma amor e glamour. A privacidade é garantida pelas salas individuais, reservadas com antecedência. PRAGA REPÚBLICA TCHECA Para uma extravagância, passe a noite no Hotel Pariz (tel. 00_ _4202/2219-5195, www.hotel-pariz.cz), que completa 100 anos em 2004 e tem até suíte de lua-de-mel. Diárias desde 150 euros. ROTA ROMÂNTICA ALEMANHA Para viver um conto de fadas, escolha a companhia e nós indicamos o local: a estrada que liga Würzburg a Füssen. Entre os castelos, atenção ao de Neuschwanstein, de onde Disney tirou o modelo para o da Cinderela. TAJ MAHAL ÍNDIA A maior das provas de amor: o Taj Mahal, em Agra, é um mausoléu construído pelo príncipe Shah Jehan à esposa Mumtaz Mahal. Jante ao pôr-do-sol no hotel Kent (tel. 00_ _91562/33-1332, www.hotelkantagra.com), admirando o palácio. TOSCANA - ITÁLIA Entre Siena e Florença, corre a S-222, uma estradinha cercada de vinhedos e pontilhada de castelos, vinícolas que produzem os tintos Chianti e vilas de pedras. E você pode até casar-se em uma delas. VALE DO LOIRE FRANÇA O cenário mais romântico da maneira mais romântica: conheça os castelos voando de balão. O vôo reservado só para o casal termina com um brinde (ao amor, é claro) com taças de champanhe. |
OI GENTE!!!!!
GOSTARIA DE AGRADECER A TODOS QUE VISITARAM E AINDA VISITAM MEU BLOG, DEIXANDO SEUS COMENTÁRIOS OU NÃO. RECEBI MUITOS ELOGIOS E O PÚBLICO CONTINUA CRESCENDO; MUITO OBRIGADA!!!!!!!!!! DE CORAÇÃO.... ESTE BLOG É ATUALIZADO DIARIAMENTE E FOI FEITO COM MUITO CARINHO MESMO!!!! FIZ PENSANDO EM MIM PRIMEIRAMENTE, E EM SEGUNDO, EM TODOS OS VISITANTES. GOSTARIA QUE TODOS QUE O VISITAM, DEIXASSEM SUAS OPINIÕES, PARA QUE EU POSSA MELHORÁ-LO AINDA MAIS.
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UM GRANDE BEIJO,
FERNANDA.
Soneto
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Penicilina puma de casapopéia Estando instinto catalomascoso Casa por fim, morre peridimaco e se rabela capa de casar |
O Pif-Paf/ O Cruzeiro - Janeiro 1945
Kismet Assan, o grande advogado, ia chegando em casa, tarde da noite, cansado do trabalho, e descobriu que havia um ladrão em seu quarto. Pegou uma arma e avançou, silenciosamente. Mas o ladrão percebeu e saltou pela janela, assustado. Ao fugir, porém, deixou sobre a cama uma maleta com dois candelabros de prata que tinha roubado em alguma outra casa. Com muita advocacia, Kismet pensou: "Bem, ficarei com isto como honorários pela ação de fuga que impus ao malfeitor." E ficou olhando satisfeito as duas belas peças.
Na noite seguinte, na noite imediatamente seguinte a essa, e em muitas noites conseqüentes, Kismet chegava em casa na esperança de encontrar de novo o ladrão. Mas isso não aconteceu nunca mais e Kismet concluiu: "Realmente, não sei onde este país vai parar."
MORAL: INCENTIVA O MAL, MAS COBRA O (OU COBRA-O) BEM.
Chorando e mais chorando o filho chegou junto do pobre e magro pai: "Tô com a fome, pai! Tô com a fome!!"
O pai ergueu sua face magra de barba rala, bateu culpadamente na cabeça do filho e disse: "Pede, meu filho, pede. Que é que você quer comer? Mesmo que seja o cavalo de São Jorge ou o Dragão da Maldade, eu mato pra você comer. O sertanejo é antes de tudo um forte." "Não, pai, não quero nada disso."- respondeu o pranteado (*) filho. "Não preciso de vosso hediondo esforço, inaudito risco ou insólito sacrifício. Quero só feijão, rapadura e farinha."
"Filhos, filhos!"- queixou-se o pai amargurado. "Só pedem o impossível!"
(*) Pranteado aqui não é sinônimo de morto. Lembrem-se de que o filho estava chorando.
MORAL: HÁ UM LIMITE ATÉ PARA O MÍNIMO.
Os Perigos da Filosofia

E como estavam ali há tanto tempo juntos, aqueles quatro moços e o professor, um pouco mais velho, este propôs-lhes uma lição, um teste filosófico: "Meus amigos, companheiros, meus, por assim dizer, discípulos. Estamos aqui, neste aposento praticamente vazio.
Pois bem, digamos que cada um de vocês tivesse que encher esse espaço. Qual seria a maneira mais rápida e mais útil de encher este quarto? Responda você primeiro, José". E José, o mais velho dos moços, respondeu: "Eu encheria de palha. Seria uma maneira muito rápida de encher o quarto, porque a palha é leve e fácil de transportar e extremamente útil, pois com ela se poderiam tecer cestas e sobre elas se poderia descansar melhor.
O professor esclareceu: "Você deu resposta brilhante, rápida e válida, e parece que quem errou fui eu. Embora a palha seja realmente uma coisa extremamente útil, eu preferia que a sugestão ficasse clara: é encher o quarto compacta, totalmente. Você agora, Mário". Mário, o mais magro de todos respondeu: "Eu encheria tudo de areia. Também é fácil de transportar e o quarto ficaria cheio. Poderíamos deitar sobre a areia, uma vez seca, ou usá-la como defesa, nos olhos de alguém que nos atacasse". "Muito bem", aceitou o professor mais velho. "Mas não haverá idéia que resolva melhor a proposta do teste, Eusebio? Eusebio, o barbado, que já tinha tido tempo de pensar, disse: "Acho que sim. Eu encheria o aposento com água. Aí ele estaria cheio, completamente mesmo, não se poderia encher o quarto mais rapidamente, pois bastaria deixar a bica do banheiro aberta algum tempo. Além disso, todos sabem, existe coisa mais útil que a água?" "Você ganhou, realmente, na rapidez e na utilidade, Eusebio ", disse o professor, "Mas se esqueceu de um ponto negativo – morreríamos todos afogados. Que diz você, Ivan? E Ivan, o mais dotado de todos, respondeu docemente: "Da maneira mais simples, mais rápida, da única maneira verdadeiramente útil porque se poderia aproveitar o espaço". Dirigiu-se até a parede, girou o comutador e o aposento encheu-se de luz. "Admirável! Correto! Perfeito!" disse o professor. "Realmente ninguém pode viver sem luz, a luz é que alimenta o mundo, a luz é que torna possível a saúde e a reprodução da espécie. Sem falar na simbologia, pois a luz representa o que há de mais..." Porém, antes que ele acabasse de falar, a polícia que estava vigiando o edifício há vários dias, vendo que havia luz na janela, invadiu o ‘aparelho’ e prendeu todo mundo.
MORAL: QUEM ESTÁ NA MERDA NÃO FILOSOFA.
SUBMORAL: DA DISCUSSÃO NASCE A LUZ. E DA LUZ?
Quando a amiga lhe apresentou o garotinho lindo dizendo que era seu filho mais novo, ela não pôde resistir e exclamou: "Mas, como, seu marido não morreu há cinco anos?" "Sim, é verdade" - respondeu então a outra, cheia daquela compreensão, sabedoria e calor que fazem os seres humanos - "mas eu não".
MORAL: NÃO MORRE A PASSARADA QUANDO MORRE UM PÁSSARO.
Há coisas em que certas horas, não podemos entender, mas em outras, nos achamos os mais sábios. É realmente diferente e assustador, quando se passa a enxergar a vida de uma outra forma, de um ângulo melhor....digamos assim. Não obstante, o mundo dá voltas, e como dá; porém, já que enxergamos a vida de um outro ângulo, podemos tomar atitudes que, antes, seríamos incapazes... incapazes? não propriamente, mas... impossibilitados, de certa forma.
Pois bem, há muitas estórias que eu poderia contar, muitas outras coisas interessantes que eu poderia citar, mas... de que adiantaria? ninguém poderia ser melhor, ou pior... a reflexão serve pra muitas coisas, ou não; depende de cada um. Então, eu deixo esta para análise de vcs e cada um pense no que lhe convier, ou não.

"Não sei...
se a vida é curta ou longa demais pra nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silêncio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não
seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira,
pura...enquanto durar...."
A PAZ
Música de João Donato
Letra de Gilberto Gil
A paz invadiu o meu coração
De repente me encheu de paz
Como se o vento de um tufão
Arrancasse meus pés do chão
Onde eu já não me enterro mais
A paz fez o mar da revolução
Invadir meu destino, a paz
Como aquela grande explosão
Uma bomba sobre o Japão
Fez nascer o Japão na paz
Eu pensei em mim, eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
nosso amor em paz
Eu vim, vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos"ais".
Eu pensei em mim, eu pensei em ti
Eu chorei por nós
Que contradição
Só a guerra faz
nosso amor em paz
Eu vim, vim parar na beira do cais
Onde a estrada chegou ao fim
Onde o fim da tarde é lilás
Onde o mar arrebenta em mim
O lamento de tantos"ais".
| NOTÍCIAS |
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Café pode reduzir risco de diabetes Consumidores da bebida têm menor chance de ter tipo 2 da doença Para muitas pessoas, uma xícara de café é sinônimo de um bom começo de dia. Para aqueles que continuam a tomar a bebida ao longo do dia, novas descobertas reforçam os benefícios do hábito. De acordo com um estudo publicado na revista Annals of Internal Medicine, os consumidores de café têm menor risco de desenvolver diabetes do tipo 2, doença que atinge cerca de 6 milhões de pessoas no Brasil. Os portadores de diabetes do tipo 2, que geralmente se manifesta na idade adulta, não utilizam a insulina de forma adequada para metabolizar os alimentos. Além da idade, os fatores de risco para a doença incluem sobrepeso e sedentarismo. Em 2000, uma pesquisa holandesa sugeriu que, quando os outros riscos também são levados em consideração, as pessoas que apreciam a bebida podem estar menos propensas a desenvolver diabetes do tipo 2 que aquelas que não bebem café. Mas o estudo não diferenciava a variedade cafeinada da descafeinada. No novo trabalho, um grupo de cientistas da Harvard University e Brigham and Women´s Hospital, em Boston, acompanhou cerca de 126.000 pessoas por mais de doze anos. De tempos em tempos, os participantes respondiam um questionário detalhado, que incluía perguntas sobre o hábito de beber café. Os pesquisadores descobriram que homens que tomavam mais de seis xícaras da bebida cafeinada por dia tinham um risco de desenvolver diabetes do tipo 2 que correspondia à metade daqueles que não bebiam a mesma variedade. Entre as mulheres, o risco era 30 % menor para as consumidoras regulares de café em comparação àquelas que não consumiam a bebida. Os efeitos para as pessoas que bebiam a variedade descafeinada eram menores ? uma redução de risco de 25 % para os homens e uma diminuição de 15 % para o sexo feminino em comparação àqueles que não bebiam café. "Essa é uma boa notícia para as pessoas que bebem café, mas isso não significa que todos devem correr atrás de um café", alerta o co-autor do estudo, Frank B. Hu, da Harvard School of Public Health. "Ainda não sabemos exatamente por que o café é benéfico para o diabetes, e mais pesquisas são necessárias." A cafeína demonstrou elevar os níveis de açúcar no sangue a curto prazo. Mas os cientistas ressaltam que seus efeitos a longo prazo não são bem compreendidos. A equipe sugere que outros ingredientes presentes em uma xícara de café, como antioxidantes e magnésio, poderiam contribuir para os efeitos benéficos da bebida contra o diabetes. | |
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Meu priminho Pedro Lucas, com 3 meses e 15 dias; não é lindinho?

Turma de 1999 - Colégio da Polícia Militar - Un. Centro
Formatura realizada no Círculo Militar

Eu e minha avó Nani esta foto foi tirada em 1997 na casa dela


Turma de Relojoaria de Agosto 2000

Da direita pra esquerda: Eu, Anna Carolina, Gisele, Camilla e Celina. Foto tirada em 1996 na minha casa, na minha festa de 15 anos

mamãe eRicardo, na festa de 50 anos da minha tia Adismar
Hoje não vou à faculdade, porque afinal, o carnaval está aí,e só doido vai fazer média nesta época...tive ontem, uma aula muito interessante de Matemática Aplicada, bom, interessante até a hora em que começarmos realmente as aulas, pq depois, se eu bem me conheço, vou achar que é um pesadelo!
É realmente interessante como as coisas caminham.... eu fugi de arquitetura e acabei tendo que escolher este curso; se eu tivesse aversão a desenho, esta hora estaria fazendo jornalismo....rsrsrsr mas.... como nada é por acaso....
Uma menina estava conversando com a sua professora. A
professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena. A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a
professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente
impossível.
A menina, então disse:
- "Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas".> > > > > > > A prefossora lhe perguntou:
- "E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?"
A menina repondeu:
- "Então é a senhora que vai lhe perguntar."
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Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando.
Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou
o que desenhava. A menina respondeu:
-"Estou desenhando Deus.! "
A professora parou e disse:
-"Mas ninguém sabe como é Deus."
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- "Saberão dentro de um minuto".
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Uma professora de escola bíblica estava discutindo os dez mandamentos com seus
pupilos de 5 e 6 anos. Depois de explicar o mandamento de "honrar pai e mãe",
perguntou:
- "Tem algum mandamento que nos ensine como tratar os nossos irmãos e irmãs?"
Um menino, o mais velho de sua família respondeu:
- "Não matarás."
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Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luis Miguel
havia lhe dado um beijo depois da aula.
- "E como aconteceu isso?" Perguntou a mãe assustada.
- "Não foi fácil", admitiu a pequena senhorita, "mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".
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Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha.
De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe
perguntou:
- "Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?"
A mãe respondeu:
- "Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco."
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- "Mãe, porque! TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?"
*************************************************************
Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
- "Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos digam`ali está Catarina, é advogada, ' ou também 'Este é o Miguel. Agora é
médico".
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
-"E ali está a professora. Já morreu."
TO REALLY LOVE A WOMAN
Para amar realmente uma mulher
TO UNDERSTAND HER YOU GOTTA KNOW HER DEEP INSIDE
Para entendê-la você tem que conhecê-la profundamente
HEAR EVERY THOUGHT SEE EVERY DREAM
Ouvir cada pensamento ver cada sonho
I’VE GIVE HER WINGS WHEN SHE WANT TO FLY
E dar-lhe asas quando ela quiser voar
THEN WHEN YOU FIND YOURSELF LYIN HELPLESS IN HER ARMS
Então, quando você se encontrar repousando em seus braços
YA KNOW YA REALLY LOVE A WOMAN
Você vai saber que realmente ama uma mulher
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE’S REALLY WANTED
Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é realmente desejada
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE’S THE ONE
Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é a única
CAUSE SHE NEEDS SOMEBODY TO TELL HER THAT IT’S GONNA LAST FOREVER
Porque ela precisa de alguém que diga a ela que vai ser para sempre
SO TELL ME HAVE YOU EVER REALLY, REALLY, REALLY EVER LOVED A WOMAN?
Então me diga: você já realmente, realmente, realmente amou uma mulher?
TO REALLY LOVE A WOMAN
Para realmente amar uma mulher
LET HER HOLD YOU TILYA KNOW HOW BHE NEEDS TO BE TOUCHED
Deixe-a te abraçar até você saber o quanto ela também precisa ser tocada
YOU’VE GOTTA BREATH HER REALLY TABTE HER
Você tem que respirá-la até mesmo sentir o seu gosto
TIL YOU CAN FEEL HER IN YOUR BLOOD
Até poder sentí-la em seu sangue
N’ WHEN YOU CAN BEE YOUR UNBORN CHILDREN IN HER EYES
E quando puder ver em seus olhos os filhos que ainda vão nascer
YA KNOW YA REALLY LOVE A WOMAN
Você saberá que realmente ama uma mulher
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE’S REALLY WANTED
Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é realmente desejada
WHEN YOU LOVE A WOMAN YOU TELL HER THAT SHE’S THE ONE
Quando você ama uma mulher você tem que dizer que ela é a única
CAUSE SHE NEEDS SOMEBODY TO TELL HER THAT YOU’LL ALWAYS BE TOGE
Porque ela precisa de alguém que diga que ela vai ser para sempre
SO TELL ME HAVE YOU EVER REALLY, REALLY, REALLY EVER LOVED A WOMAN?
Então me diga: você já realmente, realmente, realmente amou uma mulher?
YOU GOT TO GIVE HER SOME FAITH HOLD HER TIGHT
Você tem que lhe dar confiança, abraçá-la fortemente
A LITTLE TENDERNESS GOTTA TREAT HER RIGHT
Um pouco de carinho, deve tratá-la direito
SHE WILL BE THERE FOR YOU, TAKIN’ GOOD CARE OF YOU
Ela vai estar sempre ali ao seu lado tomando conta de você
YA REALLY GOTTA LOVE YOUR WOMAN
Você tem que amar realmente essa mulher
[índice] NOVA YORK (Billboard) - O Oasis está pedindo a seus fãs que enviem fotos e vídeos da banda que poderiam ser incluídos em um DVD do grupo, ainda sem data prevista para lançamento.
No Web site oficial da banda, (http://www.oasisinet.com), o grupo diz ter um "interesse especial em qualquer material de 1992 a abril de 1995".
O DVD está sendo supervisionado por Dick Carruthers, que já trabalhou com o Oasis nos vídeos "Familiar to Millions" e "There and Then."
Os fãs que tenham imagens em vídeo que possam ser úteis devem mandar um e-mail para o endereço oasisdvd@metropolis-group.co.uk.
A banda, que demitiu o baterista Alan White em meados de janeiro, está trabalhando na seqüência do álbum "Heathen Chemistry", de 2002.
Tina Turner fará papel de deusa em filme indiano
AFP![]() Tina Turner durante show de sua última turnê, na França (05/07/2000) |
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| Saudação à Mãe Terra Longe do dia a dia da publicidade... Tony GenéricoDeleitando-me com a fotografia pura, a beleza da luz natural, cada momento único oferecido pela natureza... e a satisfação de cumprir com o dever de contribuir com a consciência ecológica de uma pequena região... Uma saudação à Mãe Terra... Descrição: Fotos de um projeto pessoal em andamento desde 1997 Mais informações: www.tonygenerico.com.br |
"Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive". Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram. Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer,apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz. Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos,
por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não
compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar
com um
amigo, para nadar, para namorar.Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado
de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com
as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso: se iludindo menos e vivendo mais.


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| RISOTTO ANGRENSE INGREDIENTES (6 Porções) 500 g de camarão médio limpo 500 g de mexilhão na casca Suco de 2 limões Sal e pimenta-do-reino branca moída na hora a gosto Salsinha picada 500 g de lula cortada em rodelas 1 polvo de aproximadamente 2 kg 5 dentes de alho picados 2 cebolas grandes 500 g de filet de peixe 1 colher (chá) de vinagre de vinho branco 1 pimentão verde 3 xícaras de arroz 4 colheres (sopa) de óleo de oliva 4 colheres (sopa) de azeite-de-dendê 200 ml de leite de coco PREPARO •Tempere o camarão e o mexilhão com limão, sal, pimenta-do-reino e salsinha. Acrescente apenas sal à lula e reserve. •Prepare o polvo: coloque-o inteiro na panela de pressão com 2 colheres de azeite, 1 dente de alho amassado e 1 cebola partida em quatro pedaços. Cozinhe por 15 minutos. (Atenção: não coloque água, pois ele endurece.) • Abra a panela e retire, com uma faca pequena, a pele do polvo. Guarde a água para cozinhar o arroz. Corte-o em pedaços pequenos. Reserve. • Corte o peixe em cubinhos de 1 cm, tempere com sal, pimenta-do-reino, alho e vinagre. • Numa panela de barro, refogue o pimentão, o alho restante e a cebola picada no óleo de oliva e no dendê até que a cebola fique transparente. • Junte o arroz, o peixe e refogue rapidamente. Adicione os frutos do mar (menos o camarão e a metade dos mexilhões) e misture. Acrescente o leite de coco, a água do polvo e um pouco mais de água até cobrir o arroz. Verifique o tempero. • Cozinhe por 15 minutos em fogo baixo ou até o arroz ficar macio. Junte o camarão e o mexilhão reservados e sirva imediatamente. Receita executada pela chef Gislene Mamede, do Hotel Blue Tree, RJ |
É engraçado quando se fala em comida, porque particularmente sou uma chef enrrustida... sim, por incrível que pareça! gosto de experimentar novos ingredientes, novos temperos e inventar novos pratos; mas embora minhas experiências na maioria das vezes, não saiam grande coisa, ainda assim eu tento e venho obtendo algum sucesso.
Mas, falando da receita acima, eu fiz, e é muuuuuuito bom! adoro cozinhar e não tive maiores dificuldades, pois esta receita classifico em nível médio de dificuldade, isto quer dizer, que, alguém que acorde com relativa vontade de cozinhar, faz sorrindo!!! recomendo dar maior atenção ao arroz, porque como se trata de um arroz comum, e não o arbóreo( próprio para risoto ) não se deve deixar secar demais e nem agüado demais, isso é importante na hora de saborear; quem é que vai querer provar um prato com o arroz nadando???? ![]()
Atenção é tudo!!!!
Bon Apetit!!!!
MÚSICA DA ALMA
Aonde está a alma da música?
No coração do músico?
Na canção da vida?
No céu da inspiração?
Ou além dos sonhos e dimensões?
Música, música, música...
Notas melodiosas que invadem nossa psique * e nos fazem viajar pelo
território dos sentimentos.
Amigas sonoras que embalam nossos sonhos, inspiram a meditação e viajam
conosco na Espiritualidade.
São transportadas pelo ar por fios energéticos invisíveis, que as conduzem ao centro do coração, e daí ao interior da alma que gosta de viajar.
Os que gostam de música de boa qualidade e têm alguma sensibilidade
espiritual, sabem que viagem é essa.
Sabem, por intuição, sensação ou lucidez, que há uma forte ressonância da alma da música com a alma humana. Têm consciência de que essas almas são irmãs, pois se a música é energia que viaja pelo ar,
a alma humana é energia
que viaja pela existência, buscando
a própria essência imortal.
Onde está a alma da música?, pergunta o coração sensível.
E eu digo: está na alma da vida!
E ela é o fio condutor por onde o Supremo Amor canta sutilmente na alma humana.
Paz e Luz.
Wagner Borges


| Layla | ||
| >> Eric Clapton | ||
| What will you do when you get lonely With nobody waiting by your side? You've been running and hiding much too long; You know, it's just your foolish pride. Layla, you got me on my knees. Layla, I'm begging darling please. Layla, Darling, won't you ease my worried mind? I tried to give you consolation; When your old man had let you down. Like a fool, I fell in love with you; You turned my whole world upside down. Layla, you got me on my knees. Layla, I'm begging darling please. Layla, Darling, won't you ease my worried mind? Let's make the best of the situation Before I finally go insane. Please don't say we'll never find a way And tell me all my love's in vain. Layla, you got me on my knees. Layla, I'm begging darling please. Layla, Won't you ease my worried mind? Layla, you got me on my knees. Layla, I'm begging darling please. Layla, Darling, won't you ease my worried mind? | ||
Solta no ar
![]() Apoiada em pilaretes de concreto, a estrutura de jatobá está longe da umidade da areia. O vento fica à vontade para atravessar a construção e refrescar quem descansa no terraço. Rede da Kariri. |
Ventilação é o ponto alto aqui. Mesmo quando passa algumas semanas fechadas, esta casa na praia mantém o frescor. Sem cheiro de mofo, está sempre pronta para receber os donos
Reportagem: Eliana Medina
e Márcia Carini
Fotos: Luiz Roberto Pereira
DAté o verão de 2001, o médico Luís Martins de Mello era contra ter casa de praia: “Achava que dava mais trabalho que prazer”, diz ele. Então decidiu passar as festas de fim de ano na casa do irmão, o arquiteto Eduardo de Mello. Saiu com a mulher e as duas filhas de Jundiaí, SP, rumo a Ubatuba, litoral do estado. As férias prazerosas alteraram suas convicções e, no outono, já tinha decidido comprar um pedaço do terreno de Eduardo. O lote de 25 x 80 m foi dividido em três, com linhas imaginárias. Na parte da frente, já havia a primeira casa, e no meio, o escritório que Eduardo estava construindo. A nova casa ocupou a área dos fundos. Nunca foi tão tranqüilo para Eduardo elaborar um projeto – ele conhecia bem o cliente, e a encomenda partia do mesmo princípio que norteou a construção de seu recanto: estrutura de madeira, piso descolado do chão e grandes aberturas. O resultado é igualmente acolhedor e, como a casa do irmão, também virou capa de revista.
O que fez Luís se curvar à idéia de construir na praia foi a facilidade de manutenção da casa tipo bangalô. Ele percebeu que o cheiro de mofo não tinha espaço ali. A limpeza também era muito simples – bastava uma vassoura e tudo parecia no lugar. Eduardo explica que seguiu um conceito comum na Ásia tropical, em que se abre caminho para o vento. Usou outros recursos de regiões de clima quente, como as venezianas móveis das moradias caribenhas. “O segredo é não brigar com a natureza, deixá-la entrar”, diz o arquiteto. O mito de que madeira e praia não combinam também cai por terra – os beirais de 1,50 m afastam a umidade da estrutura. Mas o que chama mesmo a atenção das visitas é o banheiro com piso de deck, mostrado abaixo. Como não há ralos, na hora do banho a água escorre pelas frestas e cai sobre uma caixa coletora oculta por pedras, a caminho da fossa. A cozinha tem o mesmo tipo de piso. Um sonho para quem quer, de fato, ficar despreocupado quando viaja quilômetros em busca de descanso.
Projeto e construção: Eduardo Martins de Mello
Execução: Ita Construtora
Sonho em família
![]() "A paixão pelo verde e pelos animais me acompanha desde pequeno. Aqui, tenho tudo isso e mais um pouco.” Ricardo Aragão Jr. |
O rancho Don Ricardo leva o nome de pai e filho. Ele traduz uma afinada sintonia entre as duas gerações, que privilegiaram a preservação da natureza
Reportagem: Danilo Costa
e Eliana Medina
Fotos: Luiz Roberto Pereira
Ilustração: Alice Campoy
Não é força de expressão afirmar que esta casa de sítio em Cunha, interior paulista, foi construída pedra por pedra. A história começou numa página de jornal, que em 1978 anunciava a venda de um terreno de 75 mil m2. O preço não era uma pechincha, mas o lugar era tudo com que pai e filho sonhavam. “Além de cachoeira, araucárias e montanha, ele veio com um barracãozinho de pedra e barro que serviu de base para a moradia principal”, diz o engenheiro mecânico Ricardo Sabóya de Aragão Jr., que na época tinha 13 anos. Problemas financeiros adiaram os planos de seu pai, o arquiteto e paisagista Ricardo Assis Sabóya de Aragão, que ergueu o recanto seis anos depois. Na fachada, uma carinhosa recordação: ela é revestida de paralelepípedos colhidos nas ruas pela dupla. Após herdar as terras do pai, falecido em 1994, coube ao engenheiro ampliar os ambientes e definir os acabamentos. Tanto esmero resultou neste refúgio de 81 m2 que realiza outros desejos de infância: ter quiosque, cocheira, canil e estufa de cogumelos, tudo isso sem interferir na natureza. As cercas, a ponte e as estruturas desses anexos demonstram outra lição de amor ao meio ambiente, pois são feitas de eucalipto tratado em autoclave. Nas paredes da casa, tijolos de barro cobertos de argamassa de cimento; no piso, eles ficam aparentes. “Preferi os acabamentos simples em função da rusticidade do local”, revela Ricardo, que contou com a ajuda do caseiro e de dois pedreiros para concluir a obra em sete meses. Hoje, ele e a esposa (moram em Campinas, SP) curtem os finais de semana fazendo caminhadas ecológicas. Isso quando não organiza excursões, apresentando a região aos turistas hospedados no centro de Cunha. Um dos atrativos é a Trilha do Ouro, rota dos mercadores que traziam ouro e pedras preciosas de Minas Gerais à cidade de Parati, RJ. Destaque também para o Parque Nacional da Serra da Bocaina, onde pratica trekking e cavalgadas em meio à serra. “É assim que exerço meu hobby e ajudo a conservar a região”, conclui Ricardo.
Projeto: Ricardo Assis Sabóya de Aragão
Valeu a espera
![]() Medindo 18 x 2,60 m, o deck de ipê está a 1,40 m da divisa do terreno. “Soubemos que o vizinho construirá uma pousada. Por isso, recuamos a casa para preservá-la”, diz o arquiteto. Redes da Kariri. |
A família levou duas décadas até resolver construir no litoral. No projeto, o arquiteto atendeu ao pedido número 1: economia. Uma estrutura simples, o telhado sem forro e poucas divisões internas resultaram num refúgio de 144 m2 e R$ 75 mil
Reportagem: Eliana Medina
e Marianne Wenzel
Fotos: Luiz Roberto Pereira
Durante mais de 20 anos, o terreno na praia de Juqueí, em São Sebastião, SP, ficou entregue aos borrachudos. “Não conseguimos tomar fôlego para a empreitada e o lote acabou caindo no esquecimento”, conta a médica Miriam Zita Ferreira. Na época, ela não fazia idéia de que seus três filhos como o astrofísico Hugo se tornariam verdadeiros empreendedores. Foram eles que, em 1999, finalmente se animaram com a idéia de erguer aqui um refúgio à beira-mar. “Me entusiasmei com a iniciativa deles e com o projeto”, fala a mãe. Deu tão certo que o brinde à chegada do ano 2000 aconteceu na casa pronta.
O lugar leva o traço do arquiteto Alvaro Puntoni – que é cunhado de Malu, a filha do meio. Sérgio, o mais velho, acompanhou a obra. “A preocupação com os custos orientou os trabalhos. Eles também me pediram que previsse o aumento da construção daqui a alguns anos”, conta Puntoni. Afinal, Hugo já reivindicou um terraço para servir de observatório, e o casal, feliz com o primeiro netinho, quer mais é que a família aumente. “Vamos precisar de espaço para acomodar todo mundo. Mas por enquanto está bom assim”, diz Miriam.
PONTOS DE ECONOMIA
-Estrutura enxuta: além das paredes de alvenaria, nove pilares de jatobá de
20 x 20 cm suportam o peso da construção.
-Poucas divisões internas: a planta compacta, com cozinha e sala unidas, contribuiu para isso.
-Telha-vã: em todos os ambientes, exceto nos quartos, as telhas estão à vista. Com isso, economizou-se com o forro.
-Laje exígua: ela só existe no bloco da cozinha, dos banheiros e da área de serviço – uma fatia de 18 x 2 m que concentra toda a rede hidráulica. Além disso, optou-se por deixar o concreto aparente, o que reduziu ainda mais o custo do acabamento.
-Cimento queimado e caiação: revestimentos artesanais, feitos na obra
pelo mesmo pessoal que construiu a casa, saíram mais em conta do que opções industrializadas.
-Vidros comuns: nas portas-camarão, o arquiteto não viu necessidade de colocar o tipo laminado. Mais caro, ele foi usado apenas para fechar os painéis superiores.
Projeto: Alvaro Puntoni
Acompanhamento da obra: Isabela Galvez
Construção: Vanderlei Musskopf
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Uma "casa" de Pompéia em exposição no Masp
A mostra apresentará também as paredes de uma casa de Pompéia, recriando assim uma residência romana. O curador explica que todas as peças chegarão por via aérea e que no caso das paredes, o transporte só é possível porque os afrescos que decoravam as mesmas foram recolocados sobre uma base resistente, mas leve, que mantém as peças intactas.
Pietro Giovanni Guzzo esclareceu que as demais peças são transportadas em caixas - anti-fogo e flutuantes para casos de acidentes - que se encaixam perfeitamente às peças, evitando rachaduras e suavizando eventuais choques.
A arte romana no centro do poder
A partir de abril de 2004 uma outra mostra estará na Pinacoteca do Estado: a Mostra de Arte Romana, que vai apresentar um retrato da vida de famílias de imperadores e aristocratas de Roma nos séculos I e II da nossa era.
Entre as cerca de 80 peças de arte romana que constam do elenco, o público verá, por exemplo, grandes esculturas em mármore dos imperadores Marco Aurélio e Domiciano, estátuas, relevos, urnas e altares funerários, sarcófagos, máscaras, mosaicos e pinturas.
Trata-se de uma exposição pensada exclusivamente para o Brasil e um complemento de Pompéia, Histórias de uma Erupção.
Chuva de pedra-pomes
A erupção que encobriu as cidades vesuvianas teve duas fases principais. A primeira, iniciada no final da manhã do dia 24 de agosto de 79 d.C., foi constituída por uma cerrada chuva de pedra-pomes, e afetou uma vasta área ao sudeste do vulcão, ao longo do eixo Pompéia-Stabia, cobrindo-o com uma camada de fragmentos altos de até três metros. A segunda, à noite, caracterizou-se por uma série de nuvens cinzas, derivadas do colapso da coluna eruptiva, que, com forte velocidade (mais de 100 quilômetros por hora) e elevada temperatura (300-400 graus Celsius) atingiram principalmente as áreas situadas ao sul, oeste e leste do Vesúvio, particularmente a zona de Herculano.
Durante a primeira fase, que não atingiu diretamente Herculano, alguns moradores conseguiram fugir. Muitos porém, como documentam os quase 300 esqueletos encontrados nas arcadas junto da antiga marina, pretendiam escapar pelo mar, mas foram impedidos pelas más condições do tempo e tiveram morte instantânea, sufocados e queimados pela abrasadora nuvem de cinzas.
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Varal de Poesia | ||||||
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Varal de Poesia | ||||||
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Varal de Poesia | ||||||
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Soneto da vida longa
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Pois é, ontem começou a facu....tive duas aulas de história da arte, fiz um desenho e foi só! estou pensando seriamente em não ir hoje.... sim, porque, essa semana será somente apresentação e como ainda estamos no começo, posso esticar a semana.
Deixa eu ir, que ainda vou sair!

MARCELO RANGEL
LINDINHO ELE NÃO?

Esse é Marcelo Rangel, locutor da rádio Mundi; ele é do sul do Brasil, mais precisamente de Ponta Grossa, bom Marcelo, como já te disse, estou esperando sua visita no meu blog, apareça, ok????
Consegui! enfim uma música no meu blog!!!!!!!!!!!!
HOJE ESTOU ME DANDO FLORES.... AFINAL, EU MEREÇO!!!!!!!!!!!
Hoje eu começo a facu; estou ansiosa, mas calma... é incrível como as coisas acontecem do jeito que precisam acontecer..... eu disse: como precisam acontecer... é engraçado, pq justamente eu estar falando disso, chega a ser irônico, eu, que quero tudo pra ontem... mas tudo bem, vamos esperar pra ver no que dá.
A atitude de um sábio

O abade Abraão soube que perto do mosteiro de Sceta havia um sábio. Foi procurá-lo e perguntou:
- Se hoje você encontrasse uma bela mulher em sua cama, conseguiria pensar que não era uma mulher?
- Não, - respondeu o eremita, - mas conseguiria me controlar.
O abade continuou:
- E se descobrisse moedas de ouro no deserto, conseguiria ver este ouro como se fossem pedras?
- Não. Mas conseguiria me controlar para deixá-lo onde estava.
Insistiu Abraão:
- E se voce fosse procurado por dois irmãos, um que o odeia, e outro que o ama, conseguiria achar que os dois são iguais?
Disse o ermitão:
- Mesmo sofrendo, eu trataria o que me ama da mesma maneira que o que me odeia.
Naquela noite, ao voltar para o mosteiro de Sceta, Abraão comentou com seus noviços:
- Vou lhes explicar o que é um sábio. É aquele que, ao invés de matar suas paixões, consegue controlá-las.
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